
V ENCONTRO BAIANO DE EDUCAÇÃO DO CAMPO
ESTÉTICA DA VIDA NO CAMPO: DIMENSÕES SOCIOAMBIENTAL, POLÍTICA E ARTÍSTICO-CULTURAIS
ISSN – 2525 - 4847




EIXOS TEMÁTICOS E NORMAS PARA SUBMISSÃO DE TRABALHO (S)
IMPORTANTE: Cada participante poderá inscrever apenas DOIS trabalhos como AUTOR/A PRINCIPAL e poderá participar em mais DOIS como COAUTOR/A. No caso de coautoria, apenas o/a autor/a principal inscreve o trabalho, mas autor/a e coautor/a deverão pagar a taxa de inscrição correspondente para confirmar a inscrição do trabalho e receberem certificados. O trabalho deve ser encaminhado no template do evento disponibilizado. (Baixar)
As submissões de todos os Eixos devem ser encaminhadas EXCLUSIVAMENTE para o seguinte e-mail:
EIXOS TEMÁTICOS
EIXO 01: Formação do/a Educador/a na Educação do Campo
Discute a formação do/a educador/a como elemento fundante na Educação do Campo, considerando o que dizem as Diretrizes Operacionais para a Educação Básica nas Escolas do Campo e outros marcos legais. Debate as políticas públicas destinadas à formação do/a educador/a do campo. Analisa a formação do/a educador/a das escolas do campo que desenvolve a docência nos diferentes níveis e modalidades da educação básica, incluindo a multisseriação, a Educação de Jovens e Adultos e Pedagogia da Alternância, ao tempo em que articula-se o debate sobre geração, gênero, raça, etnia e o uso das tecnologias da informação e comunicação nos processos formativos da docência. Apresenta experiências desenvolvidas. Problematiza a formação como eixo importante para a melhoria da qualidade da educação básica.
EIXO 02: Escola do Campo e Organização do Trabalho Pedagógico
Aborda a categoria trabalho e suas relações com a Educação do Campo; discute o trabalho coletivo escolar e a relação com o processo de mobilização e organização social/comunitária. Formas diversificadas de organização do trabalho pedagógico na Escola do Campo e em outros espaços formativos. Analisa proposições didáticas para a organização do ensino em classes multisseriadas, na Educação Infantil, Educação Inclusiva, Educação de Jovens e Adultos, Pedagogia da Alternância, Educação Escolar Indígena e Educação Escolar Quilombola. Discute a cultura digital, as finalidades e as formas de utilização das tecnologias da informação e comunicação, do livro didático, recursos e meios pedagógicos nos processos de ensino e aprendizagens em espaço escolar e não escolar. Apresenta reflexões sobre as experiências formativas escolares e não escolares. Reflete sobre os desafios e possibilidades de organização do trabalho pedagógico para enfrentamento das demandas do processo de aprendizagem, assim como aborda o debate sobre questões de geração, gênero, raça e etnia.
EIXO 03: Políticas Públicas de Educação do Campo
Estudos, pesquisas e experiências sobre as políticas públicas de educação básica e superior no campo. Análise e avaliação de programas, projetos e propostas educacionais governamentais e não governamentais para os níveis e modalidades de ensino no campo, de modo a desvelar seus sujeitos, interesses, contradições e influências hegemônicas e contra hegemônicas. Este eixo compõe-se dos seguintes subeixos: Gestão da Educação do Campo e Políticas públicas educacionais.
EIXO 04: Questões étnico-raciais e de gênero com os povos da Educação do Campo, das águas e das florestas
Este eixo reúne estudos, pesquisas e experiências de populações tradicionais, negras, indígenas e povos ciganos na educação básica e no ensino superior no campo, articulando educação escolar e não escolar, com atenção às questões identitárias, de gênero, diversidade cultural e agroecologia. O objetivo é valorizar práticas educativas da Educação do Campo, das águas e das florestas, reconhecendo a pertença étnico-racial, os saberes ancestrais e os modos sustentáveis de produção da vida. Compõem este eixo os seguintes subeixos: questões étnico-raciais; educação escolar quilombola e indígena; povos ciganos; agroecologia; formação de professores/as; e produção de material didático.
EIXO 05: Educação do Campo, Questão Agrária, Movimentos Sociais do Campo e sujeitos do campo
Este eixo acolhe estudos, pesquisas e experiências sobre a questão agrária, reforma agrária, movimentos sociais e Educação do Campo. Agregam trabalhos sobre os conflitos sociais no campo; as contribuições dos movimentos sociais e sindicais para a construção das territorialidades e; sobre políticas públicas para o campo.
EIXO 06: Trabalhadores do mundo do trabalho e Educação do Campo
Este GT acolhe trabalhos (experiências e pesquisas) sobre as transformações históricas no mundo do trabalho a as implicações para a Educação do Campo, reflexões sobre a relação entre trabalho e Educação do Campo, condições de trabalho docente, trabalho coletivo nas escolas do campo. Resistências e alternativas de formação humana na Educação do Campo, o trabalho como princípio educativo. Apresenta experiências desenvolvidas. Agrega experiências desenvolvidas na perspectiva da Pedagogia da Alternância.
EIXO 07: Educação do Campo, Agroecologia e transformação dos sistemas
Este eixo tem como intenção acolher estudos, pesquisas e experiências sobre Agroecologia na interface com a Educação do Campo e a transformação dos sistemas agroalimentares. O eixo convida à reflexão sobre agroecologia e mudanças climáticas, considerando a complexidade política, ecológica e climática dos sistemas agroalimentares, assim como a urgência de apreender e fortalecer práticas de adaptação, mitigação, resiliência e resistência desenvolvidas pela combinação de múltiplos conhecimentos e que apontam para habitabilidades possíveis.
EIXO 08: Educação do Campo, Ciência e Agroecologia
Aborda agroecossistemas sob o viés da História da Ciência, destacando-se as mudanças em cenários nos sistemas produtivos regionais a partir da segunda metade do século XX. Envolve o uso de aspectos da inter, multi e da transdisciplinaridade na pesquisa e seus desdobramentos para o ensino e extensão, relacionando-se a valorização de conhecimento das comunidades sobre a realidade. Essa é uma perspectiva que vincula a emergência da construção de uma epistemologia para os povos do campo e de modelos de experienciais agroecológicos à luz da ciência e da cultura.
EIXO 09: Educação e formação do trabalhador para a Agroecologia e Economia Solidária
Com este eixo objetiva-se refletir sobre os seguintes temas: Educação do Campo; Educação Popular; Educação Ambiental; indissociabilidade entre extensão, ensino e pesquisa; e movimentos sociais do campo e da cidade na construção da Agroecologia; epistemológicas da Agroecologia; experiência dos núcleos de Agroecologia; diálogo de saberes; e experiências curriculares de educação em Agroecologia; Educação Étnico-racial, quilombola e indígena e Agroecologia; políticas públicas de educação em Agroecologia; educação básica em Agroecologia (educação infantil, ensino fundamental e médio); escolas familiares rurais e/ou família agrícola; educação por alternância e Agroecologia; educação contextualizada; formação de professores e Agroecologia.
EIXO 10: Educação do Campo e Estratégias para o Fortalecimento da Agricultura Familiar no Semiárido
Este eixo tem como propósito acolher estudos, pesquisas, experiências extensionistas e práticas educativas voltadas ao fortalecimento da agricultura familiar no Semiárido brasileiro, reconhecendo a educação como instrumento estratégico de transformação social, produtiva e territorial. Propõe-se reunir trabalhos que discutam a formação técnica, política e cidadã de agricultores e agricultoras, com ênfase na valorização da juventude rural como sujeito estratégico para a sucessão no campo, inovação produtiva e permanência qualificada nos territórios. Busca-se evidenciar iniciativas que promovam o protagonismo juvenil, a inclusão produtiva, o acesso às políticas públicas e a construção de projetos de vida vinculados ao desenvolvimento rural sustentável. O eixo também contempla debates sobre a Reforma Agrária enquanto política estruturante para a democratização do acesso à terra e fortalecimento da agricultura familiar, bem como experiências que apontem caminhos para melhoria das condições de vida no campo, incluindo acesso à água, assistência técnica, crédito, comercialização, organização social e cooperativismo. Serão valorizados estudos que dialoguem com estratégias de convivência com o Semiárido, inovação social, tecnologias apropriadas, extensão rural crítica e processos educativos contextualizados, reafirmando a educação como base para a autonomia, a sustentabilidade e a reprodução social da agricultura familiar.
EIXO 11: Infâncias e crianças do Campo
Este eixo acolhe reflexões teórico-práticas sobre a Educação Infantil no/do campo, estudos que envolvem as infâncias, bebês e crianças do campo, experiências e práticas pedagógicas da Educação infantil do/no campo. Agrega experiências desenvolvidas nas Cirandas Infantis e Brinquedotecas nos movimentos sociais e espaços institucionais que trabalham com as crianças do campo.
EIXO 12: Arte e Cultura na Educação do Campo
Este eixo acolhe estudos, pesquisas e experiências no campo da Arte e da Cultura na Educação do Campo, das águas e das florestas assim como a prática da mística nos espaços escolares e não escolares e de militância. Divulga as experiências com a música, teatro, dança, artes visuais, o áudio visual e performance na Educação do Campo, das águas e das florestas. Apresenta experiências desenvolvidas no contexto escolar e não escolar.
EIXO 13: Juventudes do campo
Este eixo tem por objetivo reunir pesquisas/estudos que tenham por foco as práticas juvenis do campo. Serão acolhidos trabalhos a partir de temas como: relação juventudes escola, educação e trabalho no campo; Sucessão rural e juventudes; Protagonismos dos/das jovens do campo, Movimentos sociais/sindicais/organizações e juventudes do campo; Acesso, permanência das juventudes do Campo à educação (básica e superior); Juventudes do campo: interseções entre projetos de vida/futuro; políticas públicas de/para juventudes do campo; socialidade, circulação e outras espacialidades; consumo, gosto, moda e corporalidades; música, imagem e cultura, dentre outros temas relacionados às juventudes do campo.
CATEGORIAS DOS TRABALHOS
1. COMUNICAÇÃO DE PESQUISA (ORAL): reflexões teóricas e práticas decorrentes de pesquisas concluídas ou em andamento.
2. RELATO DE EXPERIÊNCIA (ORAL): resultados de experiências de ensino e/ou extensão em espaços escolares ou não escolares. O texto deve apresentar os seguintes elementos: a introdução, a descrição detalhada do desenvolvimento da experiência (incluindo o contexto e os envolvidos) relatando as observações e reflexões do (a) autor (a) e as referências.
3. PÔSTER: resultados de experiências (em instituições escolares e não escolares) de ensino, extensão ou pesquisa em andamento que apresentem análises parciais.
NORMAS PARA ESCRITA DOS TEXTOS
O texto completo deverá conter: Título em negrito e centralizado. Nome do/a autor/a e coautor/a completos (e por extenso), e e-mail de contato alinhado à direita. Identificação da instituição, Programa, Grupos de Estudos (CNPq) e linhas de pesquisa vinculadas ao trabalho, Unidade da Federação e Agência de Fomento (se houver).
Conteúdo do trabalho:
Resumo, introdução (descrição do objeto, objetivos e metodologia adotada, fundamentos teóricos, resultados, considerações e referências. Todo o texto deverá ser estruturado entre 04 (quatro) a 06 (seis) páginas quando for pôster e de 8 (oito) a 12 (doze) páginas, quando for comunicação oral ou relato de experiência oral.
Normas de formatação do Resumo: em até 150 palavras, em parágrafo único. Fonte Times New Roman 10, normal, justificado, espaçamento entre linhas simples e 3 a 5 palavras-chave.
Normas de formatação para o texto: fonte Times New Roman, tamanho 12; cor automático; alinhamento justificado; espaçamento entre linhas 1,5, margens superior/direita 3 cm e inferior/esquerda 2 cm. Os trabalhos devem ser editados em Word for Windows.
Normas de formatação para as referências no final do texto: fonte Times New Roman 12, normal, espaçamento entre linhas simples, alinhado à esquerda. As referências devem seguir obrigatoriamente as normas estabelecidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT-NBR6023).
NORMAS PARA APRESENTAÇÃO ORAL
Cada trabalho terá até 10 (dez) minutos para ser apresentado. O debate dos trabalhos acontecerá no final das apresentações.
Os trabalhos na modalidade de Comunicação Oral terão à disponibilidade Datashow e computador, que estarão disponíveis nas salas onde acontecerão as apresentações.
NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE PÔSTER
A responsabilidade pela confecção, montagem fixação e retirada do pôster é inteira e exclusiva dos/as autores/as, inclusive no que diz respeito ao material utilizado para afixação. No local da exposição dos painéis não haverá tesouras, fitas adesivas, barbantes e nem espaço para guardar os pôsteres antes ou depois das apresentações.
A ausência do/a expositor/a no ato de avaliação do trabalho implica no não recebimento de certificado de apresentação, bem como a não publicação nos anais do evento. O tempo determinado para que o pôster fique exposto é de no mínimo 01 (uma) hora, podendo variar conforme necessidade da Comissão de Avaliação.
NORMAS PARA CONFECÇÃO DO PÔSTER
Tamanho: O Pôster deverá ser impresso em papel ou confeccionado pelo/a autor/a utilizando materiais de fácil decomposição, com tamanho de 1,20m de altura X 80cm de largura
Ilustrações:
Poderá conter fotos, imagens e gráficos, desde que não exceda as dimensões.
Tipo de fixação: Recomenda-se o uso de cordão de nylon ou barbante. Não será permitida a utilização de materiais que perfurem o local a ser fixado o pôster. O material de fixação será de responsabilidade dos/as apresentadores/as.
NORMAS PARA ORGANIZAÇÃO DO CONTEÚDO DO PÔSTER
É importante que o pôster contenha as seguintes informações:
Título - idêntico ao título do resumo submetido.
Nome/s do (a)s/ autores/as e contato de e-mail – os mesmos do resumo submetido.
Instituição de Ensino dos/as autores/as, cidade e Estado.
Grupo (s) de Pesquisa (s) (SE TIVER)
Instituição de fomento (caso exista)
Dados da Pesquisa – Introdução, Metodologia, Resultados e Conclusões.
Descrição sucinta do tema – priorizar figuras, fotos, tabelas e gráficos.
Referências mais significativas.
O texto do pôster deve ser escrito em Língua Portuguesa e estar legível a pelo menos 1 metro de distância.