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LISTAS DE TRABALHOS DOS EIXOS TEMÁTICOS

 

 

 

LISTA DE TRABALHOS EIXO 01 

LISTA DE TRABALHOS EIXO 02 

LISTA DE TRABALHOS EIXO 03

LISTA DE TRABALHOS EIXO 04

LISTA DE TRABALHOS EIXO 05

LISTA DE TRABALHOS EIXO 06​

LISTA DE TRABALHOS EIXO 07

LISTA DE TRABALHOS EIXO 08

LISTA DE TRABALHOS EIXO 09

LISTA DE TRABALHOS EIXO 10

LISTA DE TRABALHOS EIXO 11

LISTA DE TRABALHOS EIXO 12

LISTA DE TRABALHOS EIXO 13

EIXOS TEMÁTICOS

 

EIXO 01: Formação do/a Educador/a na Educação do Campo

Discute a formação do/a educador/a como elemento fundante na Educação do Campo, considerando o que dizem as Diretrizes Operacionais para a Educação Básica nas Escolas do Campo e outros marcos legais. Debate as políticas públicas destinadas à formação do/a educador/a do campo. Analisa a formação do/a educador/a das escolas do campo que desenvolve a docência nos diferentes níveis e modalidades da educação básica, incluindo a multisseriação, a Educação de Jovens e Adultos e Pedagogia da Alternância, ao tempo em que articula-se o debate sobre geração, gênero, raça, etnia e o uso das tecnologias da informação e comunicação nos processos formativos da docência. Apresenta experiências desenvolvidas. Problematiza a formação como eixo importante para a melhoria da qualidade da educação básica.

 

EIXO 02: Escola do Campo e Organização do Trabalho Pedagógico

Aborda a categoria trabalho e suas relações com a Educação do Campo; discute o trabalho coletivo escolar e a relação com o processo de mobilização e organização social/comunitária. Formas diversificadas de organização do trabalho pedagógico na Escola do Campo e em outros espaços formativos. Analisa proposições didáticas para a organização do ensino em classes multisseriadas, na Educação Infantil, Educação Inclusiva, Educação de Jovens e Adultos, Pedagogia da Alternância, Educação Escolar Indígena e Educação Escolar Quilombola. Discute a cultura digital, as finalidades e as formas de utilização das tecnologias da informação e comunicação, do livro didático, recursos e meios pedagógicos nos processos de ensino e aprendizagens em espaço escolar e não escolar. Apresenta reflexões sobre as experiências formativas escolares e não escolares. Reflete sobre os desafios e possibilidades de organização do trabalho pedagógico para enfrentamento das demandas do processo de aprendizagem, assim como aborda o debate sobre questões de geração, gênero, raça e etnia.

EIXO 03: Políticas Públicas de Educação do Campo

Estudos, pesquisas e experiências sobre as políticas públicas de educação básica e superior no campo. Análise e avaliação de programas, projetos e propostas educacionais governamentais e não governamentais para os níveis e modalidades de ensino no campo, de modo a desvelar seus sujeitos, interesses, contradições e influências hegemônicas e contra hegemônicas. Este eixo compõe-se dos seguintes subeixos: Gestão da Educação do Campo e Políticas públicas educacionais.

 

EIXO 04: Questões étnico-raciais e de gênero com os povos da Educação do Campo, das águas e das florestas 

Este eixo reúne estudos, pesquisas e experiências de populações tradicionais, negras, indígenas e povos ciganos na educação básica e no ensino superior no campo, articulando educação escolar e não escolar, com atenção às questões identitárias, de gênero, diversidade cultural e agroecologia. O objetivo é valorizar práticas educativas da Educação do Campo, das águas e das florestas, reconhecendo a pertença étnico-racial, os saberes ancestrais e os modos sustentáveis de produção da vida. Compõem este eixo os seguintes subeixos: questões étnico-raciais; educação escolar quilombola e indígena; povos ciganos; agroecologia; formação de professores/as; e produção de material didático.

EIXO 05: Educação do Campo, Questão Agrária, Movimentos Sociais do Campo e sujeitos do campo

Este eixo acolhe estudos, pesquisas e experiências sobre a questão agrária, reforma agrária, movimentos sociais e Educação do Campo. Agregam trabalhos sobre os conflitos sociais no campo; as contribuições dos movimentos sociais e sindicais para a construção das territorialidades e; sobre políticas públicas para o campo.

 

EIXO 06: Transformações do mundo do trabalho e  educação do campo

Este GT acolhe trabalhos (experiências e pesquisas) sobre as transformações históricas no mundo do trabalho a as implicações para a Educação do Campo, reflexões sobre a relação entre trabalho e Educação do Campo, condições de trabalho docente, trabalho coletivo nas escolas do campo. Resistências e alternativas de formação humana na Educação do Campo, o trabalho como princípio educativo. Apresenta experiências desenvolvidas. Agrega experiências desenvolvidas na perspectiva da Pedagogia da Alternância.

 

EIXO 07: Educação do Campo,  Agroecologia e Transformação dos sistemas agroalimentares

Este eixo tem como intenção acolher estudos, pesquisas e experiências sobre Agroecologia na interface com a Educação do Campo e a transformação dos sistemas agroalimentares. O eixo convida à reflexão sobre agroecologia e mudanças climáticas, considerando a complexidade política, ecológica e climática dos sistemas agroalimentares, assim como a urgência de apreender e fortalecer práticas de adaptação, mitigação, resiliência e resistência desenvolvidas pela combinação de múltiplos conhecimentos e que apontam para habitabilidades possíveis. 

EIXO 08: Educação do Campo, Ciência e Agroecologia

Aborda agroecossistemas sob o viés da História da Ciência, destacando-se as mudanças em cenários nos sistemas produtivos regionais a partir da segunda metade do século XX. Envolve o uso de aspectos da inter, multi e da transdisciplinaridade na pesquisa e seus desdobramentos para o ensino e extensão, relacionando-se a valorização de conhecimento das comunidades sobre a realidade.  Essa é uma perspectiva que vincula a emergência da construção de uma epistemologia para os povos do campo e de modelos de experienciais agroecológicos à luz da ciência e da cultura.  

EIXO 09: Educação e formação do trabalhador para a Agroecologia e Economia Solidária

Com este eixo objetiva-se refletir sobre os seguintes temas: Educação do Campo; Educação Popular; Educação Ambiental; indissociabilidade entre extensão, ensino e pesquisa; e movimentos sociais do campo e da cidade na construção da Agroecologia; epistemológicas da Agroecologia; experiência dos núcleos de Agroecologia; diálogo de saberes; e experiências curriculares de educação em Agroecologia; Educação Étnico-racial, quilombola e indígena e Agroecologia; políticas públicas de educação em Agroecologia; educação básica em Agroecologia (educação infantil, ensino fundamental e médio); escolas familiares rurais e/ou família agrícola; educação por alternância e Agroecologia; educação contextualizada; formação de professores e Agroecologia.

EIXO 10: Educação do Campo e Estratégias para o Fortalecimento da Agricultura Familiar no Semiárido

Este eixo tem como propósito acolher estudos, pesquisas, experiências extensionistas e práticas educativas voltadas ao fortalecimento da agricultura familiar no Semiárido brasileiro, reconhecendo a educação como instrumento estratégico de transformação social, produtiva e territorial. Propõe-se reunir trabalhos que discutam a formação técnica, política e cidadã de agricultores e agricultoras, com ênfase na valorização da juventude rural como sujeito estratégico para a sucessão no campo, inovação produtiva e permanência qualificada nos territórios. Busca-se evidenciar iniciativas que promovam o protagonismo juvenil, a inclusão produtiva, o acesso às políticas públicas e a construção de projetos de vida vinculados ao desenvolvimento rural sustentável. O eixo também contempla debates sobre a Reforma Agrária enquanto política estruturante para a democratização do acesso à terra e fortalecimento da agricultura familiar, bem como experiências que apontem caminhos para melhoria das condições de vida no campo, incluindo acesso à água, assistência técnica, crédito, comercialização, organização social e cooperativismo. Serão valorizados estudos que dialoguem com estratégias de convivência com o Semiárido, inovação social, tecnologias apropriadas, extensão rural crítica e processos educativos contextualizados, reafirmando a educação como base para a autonomia, a sustentabilidade e a reprodução social da agricultura familiar.

EIXO 11: Infâncias e crianças do Campo

Este eixo acolhe reflexões teórico-práticas sobre a Educação Infantil no/do campo, estudos que envolvem as infâncias, bebês e crianças do campo, experiências e práticas pedagógicas da Educação infantil do/no campo. Agrega experiências desenvolvidas nas Cirandas Infantis e Brinquedotecas nos movimentos sociais e espaços institucionais que trabalham com as crianças do campo.

EIXO 12: Arte e Cultura na Educação do Campo

Este eixo acolhe estudos, pesquisas e experiências no campo da Arte e da Cultura na Educação do Campo, das águas e das florestas assim como a prática da mística nos espaços escolares e não escolares e de militância. Divulga as experiências com a música, teatro, dança, artes visuais, o áudio visual e performance na Educação do Campo, das águas e das florestas. Apresenta experiências desenvolvidas no contexto escolar e não escolar.

EIXO 13: Juventudes do campo

Este eixo tem por objetivo reunir pesquisas/estudos que tenham por foco as práticas juvenis do campo. Serão acolhidos trabalhos a partir de temas como: relação juventudes escola, educação e trabalho no campo; Sucessão rural e juventudes; Protagonismos dos/das jovens do campo,  Movimentos sociais/sindicais/organizações e juventudes do campo; Acesso, permanência das juventudes do Campo à educação (básica e superior); Juventudes do campo: interseções entre projetos de vida/futuro; políticas públicas de/para juventudes do campo; socialidade, circulação e outras espacialidades; consumo, gosto, moda e corporalidades; música, imagem e cultura, dentre outros temas relacionados às juventudes do campo.

 

CATEGORIAS DOS TRABALHOS

 

1. COMUNICAÇÃO DE PESQUISA (ORAL): reflexões teóricas e práticas decorrentes de pesquisas concluídas ou em andamento.

2.  RELATO DE EXPERIÊNCIA (ORAL):  resultados de experiências de ensino e/ou extensão em espaços escolares ou não escolares. O texto deve apresentar os seguintes elementos: a introdução, a descrição detalhada do desenvolvimento da experiência (incluindo o contexto e os envolvidos) relatando as observações e reflexões do (a) autor (a) e as referências.

3. PÔSTER: resultados de experiências (em instituições escolares e não escolares) de ensino, extensão ou pesquisa em andamento que apresentem análises parciais.

 

NORMAS PARA ESCRITA DOS TEXTOS

O texto completo deverá conter: Título em negrito e centralizado. Nome do/a autor/a e coautor/a completos (e por extenso), e e-mail de contato alinhado à direita. Identificação da instituição, Programa, Grupos de Estudos (CNPq) e linhas de pesquisa vinculadas ao trabalho, Unidade da Federação e Agência de Fomento (se houver).

 

Conteúdo do trabalho:     

Resumo, introdução (descrição do objeto, objetivos e metodologia adotada, fundamentos teóricos, resultados, considerações e referências. Todo o texto deverá ser estruturado entre 04 (quatro) a 06 (seis) páginas quando for pôster e de 8 (oito) a 12 (doze) páginas, quando for comunicação oral ou relato de experiência oral.

               

Normas de formatação do Resumo: em até 150 palavras, em parágrafo único. Fonte Times New Roman 10, normal, justificado, espaçamento entre linhas simples e 3 a 5 palavras-chave.

Normas de formatação para o texto: fonte Times New Roman, tamanho 12; cor automático; alinhamento justificado; espaçamento entre linhas 1,5, margens superior/direita 3 cm e inferior/esquerda 2 cm. Os trabalhos devem ser editados em Word for Windows.

Normas de formatação para as referências no final do texto: fonte Times New Roman 12, normal, espaçamento entre linhas simples, alinhado à esquerda. As referências devem seguir obrigatoriamente as normas estabelecidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT-NBR6023).

NORMAS PARA APRESENTAÇÃO ORAL

Cada trabalho terá até 10 (dez) minutos para ser apresentado. O debate dos trabalhos acontecerá no final das apresentações.

Os trabalhos na modalidade de Comunicação Oral terão à disponibilidade Datashow e computador, que estarão disponíveis nas salas onde acontecerão as apresentações.

NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DE PÔSTER

A responsabilidade pela confecção, montagem fixação e retirada do pôster é inteira e exclusiva dos/as autores/as, inclusive no que diz respeito ao material utilizado para afixação. No local da exposição dos painéis não haverá tesouras, fitas adesivas, barbantes e nem espaço para guardar os pôsteres antes ou depois das apresentações.

A ausência do/a expositor/a no ato de avaliação do trabalho implica no não recebimento de certificado de apresentação, bem como a não publicação nos anais do evento. O tempo determinado para que o pôster fique exposto é de no mínimo 01 (uma) hora, podendo variar conforme necessidade da Comissão de Avaliação.

 

NORMAS PARA CONFECÇÃO DO PÔSTER

Tamanho: O Pôster deverá ser impresso em papel ou confeccionado pelo/a autor/a utilizando materiais de fácil decomposição, com tamanho de 1,20m de altura X 80cm de largura

Ilustrações:

Poderá conter fotos, imagens e gráficos, desde que não exceda as dimensões.

 

Tipo de fixação: Recomenda-se o uso de cordão de nylon ou barbante. Não será permitida a utilização de materiais que perfurem o local a ser fixado o pôster. O material de fixação será de responsabilidade dos/as apresentadores/as.

 

NORMAS PARA ORGANIZAÇÃO DO CONTEÚDO DO PÔSTER

É importante que o pôster contenha as seguintes informações:

Título - idêntico ao título do resumo submetido.

Nome/s do (a)s/ autores/as e contato de e-mail – os mesmos do resumo submetido.

Instituição de Ensino dos/as autores/as, cidade e Estado.

Grupo (s) de Pesquisa (s) (SE TIVER)

Instituição de fomento (caso exista)

Dados da Pesquisa – Introdução, Metodologia, Resultados e Conclusões.

Descrição sucinta do tema – priorizar figuras, fotos, tabelas e gráficos.

Referências mais significativas.

O texto do pôster deve ser escrito em Língua Portuguesa e estar legível a pelo menos 1 metro de distância.

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